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15 de junho de 2014

Red House

Aaah, eu sei que faz um tempão que eu não apareço aqui. Mas falta de assunto e, devo confessar, falta de saco pra ficar pensando em assunto pra escrever aqui, me fizeram dar uma desanimada. Mas esse post eu não podia deixar de escrever, mesmo com dias, semanas, meses? de atraso. Eu sonho em conhecer esse ícone da arquitetura desde a época da faculdade! Nós fomos lá dia 25 de Maio e o dia estava espetacular, o que tornou tudo ainda mais gostoso.

A Red House é a maior e principal obra do Movimento Arts & Crafts que teve como líder William Morris e foi construída entre 1859 e 1860 para ser sua residência. Seu arquiteto foi Philip Webb, amigo de Morris e entusiasta do movimento, que aplicou os ideais do mesmo na arquitetura da casa. O Arts and Crafts começou como uma reação à industrialização, que era vista como culpada pelo empobrecimento das artes decorativas. Seus seguidores defendiam a habilidade do homem em fazer trabalhos manuais. Morris, ao se mudar para a suanova residência, teve dificuldades em decorá-la de acordo com seus ideais, foi então que surgiu a Morris & Co.: fabricantes de móveis e artes decorativas. A companhia foi fechada em 1940, mas seus desenhos ainda são vendidos por Sanderson and Sons e a famosa loja Liberty.

Quem quiser saber mais sobre a Red House, Morris e o Movimento Arts & Crafts, sugiro os artigos da Wikipedia, que dão uma visão geral bem interessante e o Victoria and Albert Museum tem bastantes peças expostas, além desse artigo - que leva a outros artigos - ótimo (em inglês).

Deixo vocês com as milhares de fotos que tirei. Uma pena que do interior não tenham saído muitas fotos boas. Em compensação, do jardim tem milhares... e fica bem óbvio da onde Morris tirava inspiração para suas criações!


























26 de janeiro de 2014

Life lately

Essa semana foi especial. Ontem comemorei meu aniversário com a família do marido. Foi bem gostoso e secretamente estávamos (eu e ele) comemorando 5 anos desde quando nos conhecemos! Uau, 5 anos! O tempo passa rápido, mas ao mesmo tempo, parece que nos conhecemos há muito mais tempo.

Na quarta, fomos jantar no Ceviche pra comemorar meu aniversário. Não é mega glamuroso, mas era o que eu queria, um lugar com boa comida e ambiente agrádavel. Recomendo muito o Ceviche! O serviço é excelente e a comida é divina. Mas reserve com antecedência! Essa foto eu tirei uma outra vez que fui lá. 


Mas o melhor presente de aniversário veio no dia anterior: estou empregada! :) \o/ Fiz entrevista na terça de manhã e já à tarde me ofereceram a vaga. Começo amanhã!!! É em um escritório de arquitetura, perto de Baker Street. Estou mais do que feliz e ainda um pouco sem acreditar que o estresse de procurar emprego acabou! Então, desde terça, o que mais faço é comemorar! Semana boa de aniversário, viu?? :)

5 de janeiro de 2014

A era de Elizabeth I

Diz a lenda que o que você faz no primeiro dia do ano é o que você vai fazer o resto do ano. Então, a gente sempre tenta ir a um museu ou galeria no 1 de janeiro. Virou nossa pequena tradição :)

Esse ano, resolvemos ir à National Portrait Gallery, ver a exposição Elizabeth I and Her People, que reúne retratos da rainha, mas também de seu público, assim como objetos do dia-a-dia da era elizabetana. 

Elizabeth I reinou por 45 anos (1558 - 1603) e esses anos foram de um empreendedorismo extraordinário. Novas oportunidades para a criatividade e a geração de riquezas nesse período deram início à chamada classe média. As mudanças ocorridas neste momento, moldaram o futuro da Inglaterra e do País de Gales. A Igreja da Inglaterra se estabeleceu e ao longo do tempo, grande parte do país abraçou a fé protestante. O mundo estava se expandindo através da exploração marítima e comércio, cidades cresceram em tamanho e população e a economia floresceu. 

A exposição explora a história dos nobres e aristocratas, mas também de outras pessoas talentosas, como exploradores, soldados, comerciantes, artistas e escritores. Um desses talentos me chamou a atenção: Esther Inglis, uma francesa que se mudou ainda bebê com a família pra a Escócia. Ela aprendeu caligrafia com sua mãe e entre seus patronos estão a própria rainha Elizabeth I e seus ministros. Eu achei sua obra fantástica e atingir tal perfeição com uma caneta de pena é algo extraordinário para mim. Infelizmente a exposição é até hoje apenas, mas no site da National Portrait Gallery, você pode assistir alguns vídeos que explicam um pouco da exibição e são uma aula de história (em inglês).

Esther Inglis, fonte Wikipedia

23 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

Queridos leitores (se é que vocês ainda estão aí),

A vocês e todos que vocês amam,

Feliz Natal e um 2014 cheio de felicidade e conquistas!




26 de novembro de 2013

Cabana


No sábado, estávamos ali perto de Tottenham Court Road na hora do almoço. Pensando onde íamos almoçar, lembrei do restaurante do Jamie Oliver ali pertinho, no complexo Central St. Giles, que por sinal foi projetado por Renzo Piano, com colaboração do escritório Fletcher Priest. 

Enfim, chegando lá, nos deparamos com um restaurante brasileiro, o Cabana! \o/ 
Aí eu não resisti e fomos experimentar. De cara, a decoração já te abraça - é muita informação, mas é legal. Uma das paredes é coberta com cartazes em estilo vintage, convidando para shows, inaugurações, etc. No andar de baixo, os banheiros são cabines individuais, pintados de rosa (para mulheres) ou azul (para homens), com uma havaina dessas cores na porta, para identificação. Um parenteses: eu achei essa coisa de pintar de rosa e azul meio dentro daquele padrão normativo de gênero que a gente tá cansado de criticar, mas enfim. 

Quanto à comida, tenho um sentimento misto. A entrada, dois pastéis de queijo, estava muito, muito boa. De prato principal, eu pedi uma moqueca de camarão e o marido um hamburguer de picanha. Meu bobó estava bom, mas não excelente como os que a gente come por lá (será que estou sendo muito exigente?) e o hamburguer dele estava muito bom. Mas achei que hamburguer não é lá muito típico, né? Mas o que me decepcionou mesmo foi a sobremesa. Pedi um bolo nega maluca, veio um brownie! Aaaaaaah... daí não dá, né? 


Mas tirando essa decepção, a comida é muito boa, bem servida e o preço é razoável: em torno de £50 para o casal, com duas caipirinhas, entrada e sobremesa. Valeu pra matar a lombriga e pelo visual inspirador :)

Bolo Nega Maluca (foto do google)
Brownie (foto do google)










19 de outubro de 2013

Oooiiii :)

Faz mais de um mês que eu não posto aqui. Mas a vida do lado de cá da telinha estava tão agitada, que juro, não deu tempo. Nesse mês que se passou eu tive uma hen do (despedida de solteiro) aqui em Londres, meu casamento no Brasil e a lua-de-mel em Punta Cana! Ufa!

Então, pra retomar, vou começar do começo, certo? Aqui em Londres, e acho que na Inglaterra, é muito comum as meninas terem uma hen do e os meninos uma stag party (despedida de solteiro). Já ouvi falar de gente que foi viajar um fim de semana com os/as amigos/amigas, de gente que vai pra um strip club (tanto pra eles como pra elas), até coisas mais leves como chá da tarde em um hotel bacana ou ir ao cinema. Mas o que é muito comum é a noiva "se fantasiar" e sair no meio da rua, pegar metrô e tals... mico total! 

Quem organizou a minha hen do foi a minha cunhada e, olha, devo dizer que ela fez um ótimo trabalho! Foi uma das tardes/noites mais divertidas da minha vida e eu curti muito! :) 

Começamos numa academia perto de Angel, para uma aula de dança burlesca. A aula foi super divertida e a professora era show. Só que a coreografia era um pouco comprida e eu só consegui lembrar bem a primeira parte. Detalhe, eu tive que apresentar a coreografia no final sozinha pras meninas... Bom, lógico que não iam deixar barato e eu tive que dançar assim:


Marido (uuuiiii :)) não ficou nada impressionado com o vídeo da minha dança e se acabou de rir... aliás, todo mundo que viu o vídeo se acabou de rir... acho que eu não levo muito jeito pra essa coisa sexy... oh well... :)

Depois da aula, fomos tomar drinks no lindíssimo Hotel Renaissance na estação de St Pancras. Sabe aquele chique? Pois é, e eu vestida assim:

No meio do caminho tinha um Tesco e eu fui comprar uma cerveja...

Como as meninas são muito legais, todas estavam vestindo um par de asinhas de borboleta :) inclusive a minha sogra, ok?? hahaha
Lá no hotel, ainda encontramos 2 americanos que também estavam em Londres pra um casamento e uma das meninas - a única solteira, diga-se de passagem - ainda ficou com um deles!!! Essa hen do foi um sucesso! :)

Depois dos drinks, fomos até um restaurante em Green Park, que depois de certo horário vira balada e aí... bom, aí o resto é história... :)



20 de agosto de 2013

52 objetos - no. 46


Objeto no. 46 - bolsa
Onde está - quando não no meu ombro, no sofá
Quantidade - 1
Escolhido porque - uma bolsa de mão é um objeto essencial, acredito que pra qualquer mulher. É nela que eu guardo tudo que preciso quando saio de casa. Quando eu era adolescente, não gostava de usar bolsa, então, quando precisava muito, usava ou tipo mochila ou dessas que cruzam, sabe? Mas daí a vida adulta veio e seguindo o clichê mulherzinha, a paixão por bolsas veio com ela. Gosto muito de bolsa de couro pra dia-a-dia, por ser mais resistente. Mas gosto de combinar uma bolsa mais estilosa conforma a roupa e a ocasião. Essa, eu ganhei da minha mãe no meu aniversário de 30 anos. Ela é ótima pro dia-a-dia aqui em Londres: não é muito grande, mas cabe minha sombrinha, tem um porta-chaves super fácil (quem aguenta ficar procurando chave toda vez que vai entrar em casa?) e um bolso externo pra eu guardar meu oyster (o cartão do metrô/ônibus). Amo essa minha bolsa e vai ser difícil você me ver sem ela por aí.

15 de agosto de 2013

Os sons do verão

Faz uns anos que eu noto que eu sei que é verão quando ouço alguns sons característicos. Alguns são os mesmos de outras estações, que só dá pra ouvir porque a gente finalmente abre as janelas, outros são únicos e próprios do verão. Acho que o primeiro barulho que eu ouço no verão é o de avião. Mas não aquele barulhão de avião decolando, não. É um barulho longe, quase imperceptível. Outro barulho é o das crianças brincando na rua. Verão é sinônimo de férias escolares, então, pelo menos aqui perto de casa, elas fazem a festa. Jogam bola, dão risada, gritam, correm e pulam. E, finalmente, o último barulho é de músicas vindas dos festivais no Victoria Park. Como a gente mora pertinho do parque, dá pra ouvir bastante!

Um post totalmente útil para a sua vida, leitor. Mas já que você leu até aqui, me fala: tem algum som, barulho que você associa com o verão? Ou com qualquer outra estação do ano?

17 de julho de 2013

Stories on Broadway Market

No fim de semana, com aquele calor todo, resolvemos que não íamos pegar metrô (um pensamento recorrente nesses tempos de Rio Londres 40 graus é: imagina a central line (que é a nossa linha) às 8 da manhã? Pessoal que não tem alternativa para chegar ao trabalho deve estar morrendo!). Então resolvemos ficar aqui pelo bairro mesmo. Sabe, eu nunca falei muito de Hackney aqui no blog; mas isso vai mudar - já estou com uma idéia aqui :) Mas eu gosto muito do meu bairro. E agora que virou hipster, tá cheio de novidades legais.
Uma dessas novidades é o recém inaugurado Stories, que fica na Broadway Market (onde de sábado tem um mercado de rua bem legalzinho). 


Eu não sei te responder se é um bar, pub ou café... Eles servem café da manhã o dia todo (até às 4 da tarde durante a semana e até às 5 de fim de semana) e à noite, "comida de bar". A gente não queria comer nada, já que íamos jantar dali a pouco, então resolvemos nos refrescar com os smoothies. Mas não se iluda, esses são diferentes: com bebidas alcóolicas :) uma ótima alternativa à Pimms... 

Smoothie de banana com rum, cointreau, suco de limão e leite / suco de morango com abacaxi, rum e água de coco
O lugar é super bem decorado, com móveis originais, feitos especialmente para o bar e luminárias super modernas. O ambiente tem uma leveza bacana, devido à claridade que vem da clarabóia na parte do fundo, onde também tem um sofá com algumas plantas, que dá um ar tropical pro lugar. A área do bar/balcão tem a parede de tijolo aparente, que contribui pra essa vibe rústica e faz um contraponto com a modernidade dos móveis e luminárias.


Recomendo muito o Stories se você está perto de London Fields e quer dar uma paradinha num lugar charmoso e com drinks refrescantes. Ainda não posso falar sobre a comida, mas com certeza, quando for lá de novo, volto aqui pra atualizar. Desculpem as fotos tiradas com o celular, mas acho que dá uma idéia. Entrem aqui para ver fotos de qualidade e se inspirarem a vir visitar ;)


Metrô mais próximo: Bethnal Green ou de trem (National Rail): London Fields (partindo de Liverpool Street St).
Aberto todos os dias das 10 da manhã à meia-noite.

8 de julho de 2013

Life lately

Bom, desde que eu cheguei, o tempo em Londres tem sido fantástico - iiiiii \o/ 
Mas desde quinta passada tem feito sol todos os dias, com a temperatura chegando a 28 graus ontem! Uau!

Sexta passada, dia 05, eu fui ao primeiro show do Bon Jovi da minha vida e... MEEEEUUUUUUU!!!! Puta show bom do cara***  
Nossa, eu gritei e pulei tanto que no outro dia fiquei rouca e até hoje minha panturrilha dói. O dia estava perfeito, sol no Hyde Park... As mais gritadas cantadas por mim foram: Livin' on a Prayer (óbvio), Always, These Days, Blood on Blood (dedicada mentalmente à minha prima Ana, que me apresentou ao Bon Jovi quando eu tinha 8 anos de idade) e Have a nice day. Mesmo tendo umas músicas que eu não sabia, o show valeu cada centavo.


Comecinho do show

Eu, Helô e Pri

Lindoooooooo

Ele tocou até ficar noite - foram quase 3 horas de show!

Aproveitando a onda de calor, no sábado andamos pelo canal que passa aqui do lado do flat e percorre Londres de leste a oeste praticamente.



E ontem a gente fez uma farofada um picnic no Regents Park, que, pasmem, em 3 anos aqui, nunca tinha ido! É lindo, lindo!

28 de abril de 2013

52 objetos - no. 34


Objeto no. 34 - sombrinha
Onde está - dentro da minha bolsa ou em uso
Quantidade - 1
Escolhido porque - Eu juro que já tinha pensado nesse objeto antes da Isabela postar no blog dela, mas bobeei e dancei... hehe - acontece nas melhores famílias. Eu comprei essa sombrinha assim que cheguei em Londres em 2009, porque vi que sem essa fiel escudeira, a vida na cidade fica bem mais estressante. Ela já me acompanhou pra muitos lugares e eu a uso muito mesmo. Engraçado que comprei numa promoção da Paperchase a preço de banana e ela já tem 4 anos! Gosto porque é uma estampa alegre (o fundo é branco!!!!) e naqueles dias de chuva, indo pro trabalho, quando todo mundo abria suas sombrias pretas/cinzas/azuis, a minha se destacava! :) E realmente, não dá pra morar em Londres e não ter sombrinha! E ela tem que ficar na bolsa o tempo todo, porque você nunca sabe quando vai precisar! 

21 de março de 2013

This Bright Field

Estou no Brasil. Vim resolver uns pepinos e ficar com a minha família um pouco. É bom, depois de tanto tempo sem voltar, ver que as coisas estão todas iguais. Do jeito que eu deixei. E é muito bom estar com a minha família.

Antes de vir, fui com o noivo em um restaurante "novo" que abriu pertinho de casa. O novo com aspas é porque já faz quase um ano que abriu (o tempo voa, minha gente!). Mas a gente nunca tinha ido lá (e é do lado de casa!). 
Bom, ele chama This Bright Field e olha, é muito bom. Tenho que dizer que se você estiver em Hackney, nem perca seu tempo procurando. Vá direto lá. Eu comi uma sopa de batata, coentro e iogurte de entrada e o noivo um tipo de uma terrine de porco, os dois uma delícia. De prato principal, nós dois fomos de pato (acho que era perna/coxa) crocante com purê de batata e alho poró e lentilhas. DI - VI - NO. E de sobremesa, fondant de chocolate com sorvete de baunilha.
Olha, uma das melhores comidas que experimentei nos último tempos. Como fomos na sexta, o menu era um pouco mais caro. 21.50 libras para 2 pratos e 23.50 para 3 pratos. Vale cada centavo!

Foto tirada do website

16 de fevereiro de 2013

Random

Sexta-feira tinha um senhor no ônibus ouvindo walkman... walkman, gente, com fita cassete e tudo. Achei a coisa mais fofa do mundo. 

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Hoje fui até o Portobello Market. Acho incrível que, apesar do mundo de turistas e de ok, ter se descaracterizado um pouco, algumas barraquinhas e lojinhas são verdadeiras máquinas do tempo. Uma coisa que eu acho muito legal é que as pessoas costumam fazer car boot sale: você lota o porta-malas do seu carro com tranqueiras que não quer mais e vai vender ou trocar num local determinado (geralmente um parque, um campo ou um mercado). Esse negócio de vender/trocar objetos que não te servem mais me intriga muito, principalmente os que, aparentemente, tem um valor pessoal/sentimental. Foi isso o que me veio à cabeça ao olhar essas barraquinhas/lojinhas lá no mercado. Muitas jóias antigas, castiçais, talheres, todos os objetos com uma história. 

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Meu sobrinho cresce numa velocidade absurda. Com pouco mais de 1 ano e meio, fala muitas coisas (ainda não fala frases, mas entende tudo) e se comunica muito bem, obrigado. Ele é uma criança ativa (como criança deve ser), muito sociável e super carinhoso. A risada dele cura qualquer problema. Sério. Dá até vontade de trazer pra casa. Dá até vontade de brincar mais.

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Passada um pouco mais de uma semana, estou melhor. Talvez com uma cor a menos na minha paleta, pois perdas são sempre difíceis. Mas com toda a energia para seguir a caminhada. 

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Acabei de assistir Skyfall e olha... que filme ruim... Nem o Javier Bardem como melhor vilão de todos os tempos salvou... 

12 de fevereiro de 2013

52 objetos - no. 24


Objeto no. 24 - manta
Onde está - no sofá da sala
Quantidade - 1
Escolhido porque - Essa manta, da White Company, foi um presente do meu noivo no primeiro aniversário que eu passei aqui. Meu aniversário é em Janeiro e estava um frio desgraçado lá fora, foi o presente perfeito! Ela é minha companheira nos finais de semana: quando eu acordo, vou preparar meu café e sento no sofá, enrolada nela e com uma caneca na mão e o lap top no colo. Parece um objeto trivial, mas essa manta é minha companheira e é tão quentinha, tão cozy... :)

1 de fevereiro de 2013

Manet na Royal Academy

Sábado passado fui à exposição do Manet na Royal Academy. Não tenho pretensão nenhuma de fazer uma critic review aqui, hein? Só queria deixar as impressões que eu tive!

Manet é considerado o pai da arte moderna. Na verdade, o Musée D'Orsay vai ainda mais longe e o define como "O homem que inventou a Arte Moderna". Reproduzindo as cenas cotidianas da vida parisiense, foi muito criticado e ridicularizado em sua época, mas é justamente por isso que é tão celebrado hoje. O título da exposição é: Manet, Portraying Life - que é um aspecto pouco explorado em exibições na Inglaterra e traz ao mesmo tempo, o retrato de um lado e as cenas da vida contemporânea do outro. Ele põe as pessoas retratadas como atores em suas telas e, algumas vezes, seus "objetos" estão até de costas, ou olhando pra outro lado, o que foi novidade na época.
Suas pinceladas bruscas e rápidas tem bastante a ver com o Impressionismo, mas a impressão que eu tive é que os quadros estavam sempre inacabados. Nem por isso é menos bonito ou tocante. Um dos quadros que me chamou mais atenção foi o de Berthe Morisot de luto. Principalmente quando você vê dois retratos dela juntos: o "normal" e o dela sofrendo pela perda do pai. É tão triste, mas tão bonito, é poesia. E eu paro por aqui, na minha breve descrição da exposição. Acho que as imagens falam mais...


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19 de novembro de 2012

Ballet

Update: Super vergonha, mas eu errei! Essa bailarina do vídeo não é brasileira e sim argentina! Não sei da onde eu tirei que ela era brasileira, mas enfim. Fica a correção.

Com certeza um dos programas mais legais de se fazer em Londres é ir à Royal Opera House assistir a um ballet. Mesmo se você não gosta ou não tem muita paciência, eu aposto que aquilo ali vai te emocionar. Seja a arquitetura do teatro (que é lindíssima), seja a música (a orquestra dá um show a parte), seja o movimento das (os) bailarinas (os). Ou, como no meu caso, todas as anteriores. Você vai se emocionar. 
Vocês já estão carecas de saber que minha melhor amiga estava aqui nessas últimas semanas e ela me deu de presente, tickets para o Lago dos Cisnes. Foi a 4ª vez que assisti esse ballet e olha, ainda assim é emocionante. Ainda assim, meu coração bate mais forte toda vez que a primeira nota da música-tema famosíssima do Tchaikovsky chega aos meus ouvidos. 
Aqui, uma das partes mais bonitas na minha opinião. De 1:27 a 1:35, considero uma das sequencias mais difíceis do ballet todo! Eu que já fui uma aspirante a bailarina posso falar: coordenar tudo isso (e no ritmo da música) não é fácil não!!! Ah! E essa bailarina do vídeo é brasileira. O nome dela é Marianela Nunes. E a que a gente assistiu também era brasileira (que orgulho!) e se chama Roberta Marquez.


6 de setembro de 2012

Kew Gardens

E finalmente o último post da série "o que fazer com seus pais em Londres" :) 
Kew Gardens é o jardim botânico daqui de Londres, que fica em Kew (ah vá). E é enorme, tem plantas do mundo todo. Kew foi fundado em 1759 (!) e foi nomeado patrimônio da UNESCO em 2003. 
Confesso que não vimos tudo. Acho que pra ver tudo você precisa de uns 3 dias! haha
Mas o que vimos, gostamos muito. As estufas são lindas (tanto as plantas lá dentro como a arquitetura da era vitoriana). Bom, eu não vou ficar falando da história e tals. Quem se interessar, pode visitar o website deles. Acho que não é uma das atrações principais da cidade (a não ser que você tenha um interesse especial por plantas), mas vale a pena visitar se você for ficar mais dias.